terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

VAMOS AJUDAR A PAGAR UMA DÍVIDA HISTÓRICA.



Campanha de Arrecadação de Alimentos para a 

Marcha dos Povos da Cabruca e da Mata Atlântica


O povo indígena Tupinambá, que vive no sul da Bahia, espera há 9 anos a conclusão do procedimento de demarcação da Terra Indígena Tupinambá de Olivença. A tradicionalidade da terra Tupinambá está comprovada e a Constituição brasileira garante os direitos originários dos povos indígenas a seus territórios, mas o Estado brasileiro vem sistematicamente descumprindo os prazos legais para a finalização do processo, acirrando o conflito na região. 

Estamos nos preparando para marchar e apoiar a luta dos nossos Irmãos Tupinambás, no período de 14 à 16 de março. Nesse sentido, estamos com esta campanha de arrecadação de alimentos para contribuir com a marcha! 

Nos dias 24, 25 e 26 de fevereiro estaremos nos pavilhões de aula do campus da UFRB em Cruz das Almas exibindo alguns vídeos e materiais da campanha com o intuito de difundi-la e recolher alimentos, além de cumprir o papel de repassar informações verdadeiras, o que historicamente não vem sendo feito pelos meios de comunicação em massa. 

Para entender mais sobre a campanha, acesse: http://campanhatupinamba.wordpress.com/


 — com Murilo 

MAIS UMA RETOMADA NO SUL DA BAHIA.

Índios Pataxós ocupam Parque Nacional do Descobrimento
23/02/2014 11:51 

Cerca de 100 índios pataxós ocuparam na manhã de sábado, 22, a administração central do Parque Nacional do Descobrimento, localizado no município de Prado, a 804 km de Salvador. A ação de retomada, como está sendo chamada pelos manifestantes, aconteceu por volta das 7h, mas eles permanecem no local até a noite deste sábado e aguardam a chegada de outros índios. Os ocupantes reivindicam a criação de um Grupo de Trabalho (GT) de identificação da área indígena, conhecida como "Território Cahy-Pequi do Prado", além de cobrarem mais fiscalização no parque, para inibir a presença de caçadores e madereiros. Entre as denúncias, estão também o garimpo no Rio do Sul, que passa por dentro da área de reserva, e o uso exagerado de agrotóxicos nas plantações de café, mamão e eucalipto das fazendas vizinhas.(A Tarde)


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CONHECENDO NOSSA TERRA.

Caminhos de BUERAREMA  A UNA  BA 668

Neste caminho podemos encontrar um ambiente rico em biodiversidade nas florestas e fazendas que ali foram criadas no começo do século 20 ali conviviam fazendeiros e índios com o passar do tempo o processo acabou com a diferença entre índios  e caboclos e brancos.
Os índios partiram da região ou os miscigenados partiram para área urbana? Este é o questionamento que não cala na mente daqueles que estão envolvidos  no conflito.
A região hoje envolvido no conflito que já dura pelo menos 10 (dez) anos tem seu cotidiano modificado por  adversidades que vão do êxodo dos moradores para outras regiões do pais abandonado inclusive suas propriedades, a evasão escolar em massa, desemprego para aqueles que ficam na região por não terem para onde ir e violência urbana tomou conta dos municípios de BUERAREMA e o DISTRITO de VILA BRASIL pertencente ao município de UNA
Em BUERAREMA o quadro econômico social , com o conflito torna-se instável devido a incerteza  do futuro , pois os estabelecimentos comerciais estão fechando, pequenos agricultores já não produzem .
Em VILA BRASIL  o quadro é critico pois aqueles que ainda permanecem , seja por não terem para onde ir ou resistirem até os governantes de nossos pai apresentarem  uma solução para o conflito, têm  que com o esvaziamento da localidade , perca de suas fontes de renda e insegurança que manifesta-se pelo tráfico de drogas , crimes de mando .
A quem interessa o quadro de instabilidade da região? Já que os “índios ou miscigenados” retornaram a área rural apenas no século 21 com objetivo de ocupar suas terras e para comprovar a descendência os caboclos fazem testes de sangue .

Mas será que a miscigenação  constara do resultado deste exame , hoje há moradores em BUERAREMA e VILA BRASIL que são primos e tios dos “índios cablocos” que esperam uma solução para esse impasse , pois VILA BRASIL , SERRA DO PADEIRO e BUERAREMA ainda faz parte da  TERRA BRASILIS.


Pela região já passaram ONGS 
(IESB- Instituto de Estudo Socioambientais  do Sul da Bahia, W.W.F – Brasil e 
DURRELL WILDLIFE- conservation trust –saving species wordwide  
e  a USAID –united  states agency for international development,
que pouco ou nada fizeram para amenizar o conflito.

LUCRO VENENOSO.

Monsanto: a indústria química, os agrotóxicos e a loucura.


Este é um ramo industrial, formado por oito grupos, desde a produção de químicos básicos, farmacêuticos, higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, adubos e fertilizantes, agrotóxicos, sabão e detergentes, tintas, esmaltes e vernizes e fibras artificiais e sintéticas. Faturou no mundo US$3,4 trilhões em 2010. No Brasil pouco mais de US$100 bilhões.
As vendas globais da indústria química como um todo são divididas da seguinte forma: 37% para os produtos químicos básicos, 30% para os produtos das ciências da vida (fármacos e agroquímicos), 23% para as chamadas especialidades – tintas e cosméticos e 10% para produtos de consumo. Para um PIB mundial de US$70 trilhões, as vendas da indústria química representam 4,8%. O Brasil ainda importa a maioria dos produtos, o que custou no ano passado quase US$20 bilhões.
 
O histórico da indústria química está ligado à Alemanha. Não somente pelas descobertas, como a síntese da amônia (NH3), para uso em fertilizantes, ou a criação da aspirina, cuja patente ocorreu em 1899. Em 1860, foi criada a empresa BASF – Badische Anilin und Soda Fabrick (Fábrica de Baden de Anilina e Soda), em Mannhein. Em 1863, o comerciante de corantes Friedrich Bayer e o mestre-tintureiro, Johann Weskott, instalaram uma pequena fábrica para produzir corantes artificiais para tingimento de tecidos. Assim nasceu a Bayer, que em 1896 se instalou no Brasil. Em 1922 criaram o slogan “se é Bayer é bom”.
 
Primeiro ataque com arma química
 
O químico envolvido com a Basf chamado Fritz Haber, autor da descoberta da síntese da amônia e ganhador do prêmio Nobel de 1920, financiado por esta empresa a partir de 1909, também foi o responsável pelo uso de gases tóxicos na primeira guerra mundial.O primeiro ataque com armas químicas aconteceu em Ypres, cidade belga, contra tropas francesas e argelinas, no dia 22 de abril de 1915. Conforme o relato dos pesquisadores Reinaldo Calixto de Campos e João Augusto Gouveia em um texto sobre a história da química:
 
“-O primeiro emprego moderno, em larga escala, de um agente químico como arma letal direta foi o gás cloro, lançado a partir de 5.730 cilindros de metal, cada um pesando 100kg, com cloro líquido, ao longo de 10km de frente. O primeiro ataque foi um sucesso, com uma nuvem de gás verde, de cerca de um metro e meio de altura avançando, empurrada pelo vento, abrindo uma larga brecha nas linhas inimigas, uma vez que os que não sufocaram, debandaram, com os alemães avançando pela terra de ninguém e tomando as trincheiras aliadas. A partir daí os aliados passaram a usar também gases químicos. Até o fim da primeira guerra mundial 22 tipos diferentes de agentes químicos foram testados”.
 
Criminoso de guerra
 
Quando a guerra terminou, com a derrota da Alemanha, Fritz Haber, que era judeu, foi procurado como criminoso de guerra, mas se escondeu na Suíça. Ele morreu em 1934, o homem que ajudou a transformar nitrogênio em pão, cujo processo industrial é responsável ainda hoje pela produção de 130 milhões de toneladas de amônia, usada pela indústria de fertilizantes. Era autoritário, monarquista, e um precursor do delírio alemão de superioridade racial.


Quando ganhou a patente de capitão do exército alemão, deu uma festa para comemorar em Breslau, cidade onde conheceu a mulher Clara Immerwahr, judia e a primeira mulher a doutorar-se em Química pela Universidade de Breslau, embora nunca tenha trabalhado na profissão. Neste dia fatídico, Clara deu dois tiros no peito com a arma do recém -nomeado capitão. O filho deles, Hermann mudou-se para os Estados Unidos e, no final da II Guerra Mundial, em 1945, também se suicidou.

 
DDT usado no combate aos piolhos
 
Outro alemão, Friedrich Wöhler, está ligado à história dos agroquímicos. Em 1828 ele sintetizou o composto inorgânico cianato de amônia, transformando-o em ureia. Porém, os inseticidas orgânicos só começaram a ser utilizados em larga escala na década de 1940, durante a segunda guerra mundial, a fim de proteger os soldados nas regiões tropicais e subtropicais da África e da Ásia, das pragas transmissoras da doença do sono, da malária, do tifo, entre outras. Devido a necessidade de proteger o exército, as pesquisas de novos inseticidas foram impulsionadas, o que resultou no desenvolvimento de vários agrotóxicos, que são usados ainda hoje.
 
O marco na química foi a descoberta da atividade inseticida do 1,1,1-tricloro-2,2-di (p-clorofenil) etano, em 1939, pelo pesquisador Paul Muller, prêmio Nobel em 1948. O famoso DDT foi usado pela primeira vez em 1943, para combater piolhos que infestavam as tropas estadunidenses na Europa, e que transmitiam a doença do tifo exantemático. O DDT é um organoclorado composto por átomos de carbono, hidrogênio e cloro. Outros organoclorados desenvolvidos nesta época – aldrin, dieldrin, heptacloro e toxafeno.

Mais tóxicos que os organoclorados
 
Os organofosforados foram desenvolvidos nas décadas de 1930/40, como armas químicas, eram compostos derivados do ácido fosfórico, que podem conter em sua estrutura átomos de carbono, hidrogênio, oxigênio, enxofre, nitrogênio e fósforo. A toxidade é maior que os organoclorados, mas são menos persistentes no ambiente. O herbicida glifosato e os inseticidas malation, paration e dissulfoton são exemplos de organofosforados. Dos 115 elementos químicos da tabela periódica, 11 podem estar presentes nas formulações dos agrotóxicos, sendo que a indústria trabalha com mais de mil formulações.
 
As seis maiores empresas do ramo – Bayer, Syngenta, Basf, Monsanto, Dow e Dupont – controlam quase 90% do mercado mundial. No Brasil são oito empresas que controlam a maioria do mercado. A produção de organossintéticos no Brasil começou em 1946, com a empresa Eletroquímica Fluminense, que fabricava o BHC, também conhecido como gamexane ou pó de gafanhoto. Teve seu uso proibido em 1983. Em 1948, a Rhodia passou a produzir o inseticida parathion, e em 1950, uma fábrica de armas químicas do exército brasileiro começou a fabricar no Rio de Janeiro o DDT.
 
Explosão dos agrotóxicos
 
Mas a explosão dos agrotóxicos no país só ocorreu a partir da década de 1970, quando os militares lançaram o Programa Nacional de Defensivos Agrícolas (PNDA), que funcionou até 1979. A produção e a instalação de fábricas recebiam incentivos fiscais, financiamentos, benefícios tarifários para a importação de maquinário e equipamentos. Tudo isso foi evoluindo e hoje o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, com mais de um bilhão de litros, e um faturamento que no ano passado alcançou quase US$9bilhões para a induústria. Muito pior que isso foi a introdução dos transgênicos, a partir do início da década, cuja responsável maior é a empresa Monsanto, que incentivou o contrabando de sementes da Argentina para o Rio Grande do Sul, durante o governo Olívio Dutra.
 
Usou o sobrenome da esposa
 
Esta mesma empresa tem um histórico trágico e pestilento. Criada em 1901, em Saint Louis por John Francis Queeny, que aproveitou o nome de solteira da mulher para registrar a firma Monsanto Chemical Works – o nome dela era Olga Mendez Monsanto, conforme histórico publicado no livro “Transgênicos, as sementes do mal”, do pesquisador brasileiro Antônio Andreoli e do pesquisador alemão Richard Fuchs. O primeiro produto que a empresa desenvolveu foi a sacarina, que era vendida para a Coca-Cola. Começou a produzir aspirina em 1917, mercado que dominou até 1980. A partir de 1933 entrou para a Bolsa de Nova Iorque, registrada com o nome de Monsanto Chemical Company.
 
Desde 1930 vendeu os produtos originados do PCB – bifenil policlorinado – que causa grave danos à saúde, o que era do conhecimento da empresa, e mesmo assim continuou vendendo até 1979. O PCB é usado na indústria eletrônica, o maior cliente da Monsanto era a General Eletric, usava como lubrificantes de motores, transformadores elétricos e agente refrigerador. A GE na época tinha uma indústria a beira do rio Moharwk, no estado de Nova Iorque, e por sua vez, é afluente do rio Hudson.   
 
Histórico do glifosato
 
No dia 16 de abril de 1947, um cargueiro ancorado nas proximidades da indústria da Monsanto, carregado com nitrato de amônia, se incendiou devido a um cigarro e explodiu. A cidade de Texas e a indústria da Monsanto foram destruídas. O fogo atingiu um oleoduto com fluídos inflamáveis – benzeno, propano e benzol etílico – e o fogo se alastrou por três dias, matando 576 pessoas. Em 1955, a Monsanto retomou os negócios com adubo e em 1956 lançou o herbicida Randox. A partir de 1960 começou a crescer no setor agrícola. Em 1969, lançou o herbicida Lasso. Em 1970 o pesquisador John Franz, da Monsanto, sintetizou uma molécula mais tarde conhecida – registrada em 1974 – como glifosato, o princípio ativo do herbicida Roundup.
 
Em 1974 ele chegou ao mercado da Malásia e do Reino Unido. Dois anos depois foi lançado nos Estados Unidos. Em 1983, o Departamento Agrícola da Monsanto começou a cultivar as primeiras plantas transgênicas. Em 1992, começou a comprar as empresas de sementes. Em 1999 bateu recorde de lucro, com US$9,1 bilhões, sendo 50% do setor agrícola.
 
A escória da humanidade
 
Na década de 1990, a Monsanto entrou no mercado de algodão da Índia, que é o segundo maior produtor mundial, com mais de 12 milhões de hectares cultivados. Lançou a semente Bt. A maior parte da produção está no estado de Maharastra. Desde 1997, 54 mil agricultores familiares se suicidaram na região. A causa: endividamento no banco, secas, inundações, baixa produtividade. No total, o que é um escândalo mundial, são quase 200 mil suicídios, desde 1997. A Monsanto diz que as mortes não tem ligação com o lançamento da semente Bt.

O detalhe é que o preço das sementes de algodão subiu mais de 1000% no mesmo período. A Monsanto, desde a sua origem – o marido não quis se comprometer com o nome próprio e usou o da esposa - mostrou a capacidade de provocar discórdias no planeta. Sem contar a pretensão de dominar o mercado de alimentos no mundo, o que significa exercer seu poder fascista, numa área onde pelo menos metade da população mundial ainda depende dos recursos de suas propriedades. A outra metade vive nas cidades. A Monsanto, certamente, ocupará o espaço destinado à escória da humanidade, num futuro bem próximo.

A ESCRAVIDÃO JÁ NÃO FOI ABOLIDA?

Secretário municipal faz declaração polêmica sobre inadimplentes

Pague logo. Mauro Ricardo quer castigar....

"Antigamente se botava as pessoas no pelourinho pra poder pagar as suas dívidas. Infelizmente, hoje não é mais assim. Hoje é a Justiça. É a Justiça quem define e o prazo é o prazo estabelecido pela Justiça”. A declaração é do secretário municipal da Fazenda, Mauro Ricardo, feita em uma rádio local, ao ser questionado por um ouvinte sobre a cobrança dos inadimplentes do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).


A resposta do secretário tem gerado uma onda de manifestações de repúdio, por conta da associação feita ao pelourinho, que, no período de escravocrata, era utilizado para castigar escravos. Salvador tem a população de maioria afrodescendente, o que dá ao município o título de cidade mais negra do país.

Através de uma rede social, a presidenta do PCdoB-Salvador, Olívia Santana, falou sobre o assunto e considerou “estúpida” a declaração de Mauro. Ela também lembrou das acusações que recaem sobre o secretário sobre uma possível participação em um esquema de fraude de auditores na prefeitura de São Paulo, onde ele também foi secretário.

“Se ele for declarado culpado, defenderá a sua própria ida para o tronco para ser usado como exemplo? Esse Senhor não tem condições morais de ser secretário da Fazenda da capital que reúne o maior contingente populacional negro do país”, defende Olívia.

A seção baiana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA), através das comissões de Direitos Humanos e de Promoção da Igualdade Racial, emitiu uma nota de repúdio à declaração, que considerou “infame”. No texto, a entidade defende que Mauro Ricardo conseguiu trazer ao povo soteropolitano “a vergonhosa memória de violência, arbítrio e crime da escravidão”.

“A OAB da Bahia considera inaceitável que uma autoridade do Executivo municipal venha a público lamentar a impossibilidade do uso de violência física na cobrança de tributos, prática há muito banida pelo direito e pela justiça, para o bem da civilização”, continua a nota.

IPTU

A polêmica começou depois que o reajuste do imposto, feito pela prefeitura para 2014, foi questionado na Justiça, por ser considerado abusivo e por não ter sido discutido com a população. Entre as entidades que entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), estão a OAB-BA e o PCdoB.

CENSURA DERROTADA.

Ação contra jornalista que denunciou tortura é suspensa pelo TJ-BA.


Ação contra jornalista que denunciou tortura é suspensa pelo TJ-BA
   O Tribunal de Justiça da Bahia, através de sua segunda Câmara Criminal por intermédio da desembargadora Inês Maria Brito Santos Miranda, concedeu liminar em favor do jornalista Emiliano José, processado pelo bispo Átila Brandão de Oliveira por suposto crime de calúnia. Emiliano acusa Brandão de tortura no artigo "A premonição de Yaiá", publicado em A Tarde. No texto, o jornalista relata a tortura comandada pelo então oficial da PM e atual bispo contra o ex-preso político Renato Affonso de Carvalho. O habeas corpus foi pedido pelos advogados Maurício Vasconcelos e Rafael Fonseca Teles que alegaram falta de justa causa na ação penal diante da ausência de adequação em relação ao crime tipificado no artigo 138, do Código Penal. Os advogados de Emiliano entendem que a reação de Átila decorre de uma intimidação à imprensa. Com a decisão da desembargadora fica suspenso o processo, inclusive a audiência que foi marcada para esta terça-feira (25). Segundo relatório da juíza Inês Maria entendeu, há inexistência de dolo específico exigido para a configuração do crime de calúnia.

VAI DOER NO BOLSO!!!!

Inflação deve subir durante a Copa do Mundo.



Inflação deve subir durante a Copa do Mundo
Foto: Reprodução
   A inflação de junho e julho de 2014 deve fugir à sazonalidade padrão observada nos últimos anos e dar um salto. O impulso virá, principalmente, do setor de serviços, que enfrentará um pico de demanda em função da Copa do Mundo. Mas especialistas ponderam que a aceleração será pontual e, nos meses posteriores ao torneio, haverá acomodação dos preços. No fim deste ano, é possível que o mundial não tenha mais influência na inflação. Na previsão da LCA Consultores, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em doze meses vai atingir o pico em julho, a 6,46%. "Isso não faz parte da sazonalidade normal. Historicamente, salvo outras exceções, os meses do meio do ano têm inflação mais perto da mínima do que da máxima", explica o economista Étori Sanchez, da LCA. Segundo a Veja, três itens devem ter os preços influenciados de forma expressiva no período da Copa: alimentação fora do domicílio (que inclui refeições, lanches e bebidas), hotelaria e passagens aéreas. No resultado do IPCA de janeiro, esses itens tiveram pesos de 8,52%, 0,42% e 0,67% na inflação geral,